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A importância da iniciativa privada como incentivadora da inovação

Postado em 14 de junho de 2019


Não há dúvidas de que o crescimento de um país está atrelado ao investimento em pesquisas de inovação tecnológica. A inovação tecnológica pode ser classificada como uma maneira de melhorar a competitividade no mercado por meio da concepção de um novo produto ou processo de fabricação, onde sejam agregadas novas funcionalidades ou características a esse produto ou processo.

 

A inovação implica em melhorias nas características do produto fornecido e também no ganho de qualidade e produtividade daquilo que é ofertado ao público. Como consequência final temos o fomento da economia do país como um todo, inclusive nas operações de exportação das tecnologias aqui desenvolvidas.

 

Quando pensamos em pesquisa e inovação tecnológica é natural que o setor público venha a nossa cabeça como o principal responsável em fomentar esse tipo de investimento, contudo, o privado também possui responsabilidade nessa área, afinal, como explicamos anteriormente, a melhoria das funcionalidades e qualidade de um produto implica em uma maior competitividade e lucro de empresas do setor privado.

 

É preciso entender que o privado e o público não devem caminhar separados como antagonistas. Muito pelo contrário, quando há o desenvolvimento de uma nova tecnologia patenteada pelo setor público e ela é apropriada por uma empresa, ela vai gerar emprego, renda e impostos, ou seja, retornará ao cidadão. Portanto, essas duas esferas precisam caminhar juntas.

 

Atualmente existe no Brasil uma lei conhecida como “lei do bem” (lei 11.196/05), implementada pelo Governo Federal por meio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Essa lei concede incentivos fiscais às pessoas jurídicas que desenvolvem pesquisas de inovação tecnológica. Com isso a lei aproxima os institutos de pesquisa e universidades das empresas, aumentando e melhorando os resultados das pesquisas de desenvolvimento.

 

Contudo, essa lei não é muito bem aplicada, e os empresários apontam os trâmites burocráticos como principal entrave na hora do governo liberar os recursos. Especialistas acreditam que uma forma de mudar esse cenário é dando mais autonomia e menos burocracia para que empresas privadas consigam bolsas para o desenvolvimento de pesquisas. Como citamos anteriormente, essas bolsas não são dinheiro jogado fora, mas sim investimento que retorna ao cidadão.

 

Conhece algum exemplo de empresa privada que investe em pesquisas? Deixe seu comentário e vamos estimular essa discussão tão importante. E não se esqueça de curtir e compartilhar o nosso conteúdo.

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