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Como funciona o processo de cura do cimento?

Postado em 5 de julho de 2018


Na construção civil, é fundamental que o profissional conheça todas as propriedades e técnicas da atividade a ser desenvolvida, de modo que o trabalho realizado seja bem-feito e, acima de tudo, duradouro. Cada particularidade importa, e, saber como funciona o processo de cura do cimento, por exemplo, é essencial para um serviço de concretagem de qualidade. Confira:

A primeira etapa deste processo é a reação, e, caso não seja adicionada a quantidade indicada de água na mistura do cimento com os demais componentes do concreto, nada acontece. Isso porque, somente após a adição do líquido é que os grãos se hidratam e os cristais se formam em suas superfícies e, com o tempo, a quantidade aumenta até que que a pasta endureça (“pega”).

Para cada saco de cimento de cinquenta quilos é comumente indicada uma quantidade pequena de água, cerca de doze litros. Contudo, somente esta quantidade consegue apenas um concreto bem seco, com uma consistência “farofa”. Para alcançar a consistência adequada, normalmente se adiciona mais água, e esta não reage com o cimento, mas evapora com o passar do tempo.

Esta segunda etapa, conhecida como secagem, é semelhante ao fenômeno que ocorre com uma peça de roupa secando no varal. Em outras palavras, quanto mais quente, mais vento e mais seco o ar, maior o poder de evaporação da umidade, e, como nas primeiras horas e dias após a preparação a resistência do concreto ainda é baixa, ele não consegue resistir aos esforços gerados internamente pela saída da água, o que pode causar fissurações.

Por este motivo, a evaporação da água precisa ser controlada, principalmente em casos de concretagem de grandes áreas, como pisos. Caso a superfície seque por excesso de evaporação, por exemplo, pode faltar água para a hidratação adequada do cimento, o que faz com que a superfície seja fraca, solte muito pó ou se esfarele facilmente.

Por fim, para que possíveis problemas sejam evitados, é essencial realizar uma terceira etapa conhecida como “cura”, que consiste em evitar que ocorra a saída da umidade de dentro do concreto em idades iniciais. Para isso, o responsável pode manter sempre a superfície úmida através de molhagem periódica, cobrir o local com um material impermeável (como uma lona) ou utilizar um aditivo químico para esta finalidade. E, independente da forma escolhida, é importante mantê-la por, pelo menos, sete dias.

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